segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Apresentação

Neste é o blog da disciplina Tópicos Especiais em Comunicação. Metodologia de Pesquisa 2, no Programa de Pós-graduação em Ciências da Comunicação, da Universidade de Brasília-UnB.

Acompanha o processo da disciplina o professor Pedro Russi.

Ainda que o nome que figura na informação oficial é Alberto Rodríguez, o meu nome completo é José Alberto de Francisco Rodríguez. Alberto de Francisco, para abreviar. Rodríguez não é um sobrenome português, e sim um sobrenome anterior à existência de ambas as naçoes: Espanha e Portugal; e por issso é um dos sobrenomes mais extenso da península.

Nas aulas falarei num portuñol que desejo aprimore durante a minha estadia. Espero que todos vocês colaborem comigo, e por tanto, interrompam-me quando não entendam alguma coisa: não gostaria de não ser entendido.

Este blog terá a função de receber seus comentários após de cada aula. Os comentários vão ser de utilidade para a avaliação. Quero comentários breves e reflechidos, e serão bem-vindas as objeçoes aos comentários dos colegas.

Ao finalizar cada aula, farei um resumo neste blog, mas isto não sustitui as aulas.

24 comentários:

Letícia disse...

Caro Prof. Alberto de Francisco, deixei a aula hoje intrigada com sua afirmação de que o método científico é um só. Confesso ter dificuldade para visualizar um único caminho na área da Comunicação. Durante todo o Mestrado na UFMG discutimos caminhos diversos de pesquisa para objetos diferentes. Acredito que ao longo do curso conseguirei amadurecer e entender sua afirmação. "Me encantó" descobrir que sua área de pesquisa é a do Audivisual, minha área de eterna curiosidade, já que venho do telejornalismo diário. Um abraço, Letícia Renault

Silvana (ou simplesmente Sil)... disse...

Oi,Letícia. Agora fiquei em dúvida, pois eu já tive um entendimento diferente em relação à aula de hoje. Estava relendo meus apontamentos e justamente uma das frases do Prof. Alberto que me chamou muito a atenção foi esta: "É mais importante ler sobre as maneiras de pesquisar do que ler sobre os resultados de pesquisas". Entendi, a partir daí, justamente o contrário: que os métodos científicos são vários e precisamos ter clareza sobre qual seria o mais adequado para nossas respectivas pesquisas.
Achei pertinente esta colocação porque observei durante o mestrado que a maioria de nós, inclusive eu, buscava incessantemente a leitura de resultados de várias pesquisas para estabelecer comparações com o próprio trabalho. Muitas vezes, dávamos menor importância sobre a maneira de pesquisar e o resultado era uma dificuldade enorme justamente nesse ponto.

silvia disse...

Caro Prof.,
Fiquei um tanto confusa em relação a aula. Ainda não tive condições de entender a sua metodologia de ensino. O grupo é muito grande e heterogêneo o que pode ser um problema. Vou aguardar as próximas aulas
atenciosamente,

Sílvia Belmino

Alberto de Francisco Rodríguez disse...

O método científico é um, os métodos e técnicas de pesquisa científica são muitos.

Alberto de Francisco Rodríguez disse...

Silvia: o que solicitei no sala de aula é que fizessem um comentário sobre o conteúdo, mais do que sobre a forma. :-)

A uniformidade e a heterogeneidade não são características a priori negativas ou positivas.

O número de alunos não é excessivo. (Se considero o custo que supõe para minha universidade minha estadia aqui, quero que seja aproveitada pelo número adequado de estudantes e pesquisadores.)

Ricardo Silveira disse...

Prof. Alberto,
Acredito que a disciplina será de muita valia, especialmente se há pretensão em focar nas técnicas de tratamento de dados. Quanto a uma ou outra dificuldade, creio que poderemos ir ajustando. Uma delas provavelmente seja a dependência dos laptops dos alunos, já que nem todos os possuem; eu diria que a maioria não os possue. Pelo que sei há laboratórios de informática na UnB, na própria FAC. Talvez fosse o caso de se estudar horários para que pudéssemos utilizá-los. Bom, é apenas uma sugestão para apreciação. Abraço em todos. Ricardo Silveira

juliano disse...

Nessa primeira aula, alguns pontos chamaram a minha atenção. Primeiro, o fato de o professor ter dito que não se pode fazer ciência apenas com boas opiniões. É preciso metodologia de pesquisa. Trabalhamos com a realidade e não somente com a opinião das pessoas sobre a realidade. Outro ponto: ler muito sobre um tema e saber tudo sobre ele não é fazer ciência. É escolástica. É necessário falar das idéias dos outros mas, como um passo prévio. Isso mostra o desafio que temos pela frente e que não basta nos resumirmos à leitura. Por fim, o professor ressaltou que, nos estudos da comunicação, o objeto está em constante mutação. Muda todos os dias. Vivo muito isso na minha pesquisa. Confesso que fiquei bastante curioso com relação ao uso de técnicas de pesquisa e de trabalhos estatísticos. Será muito bom para o desenvolvimento da pesquisa saber mais sobre isso nas próximas aulas.
Abraços, Juliano

Iara disse...

Professor Alberto,
Ouvi todas as suas considerações com muita atenção e considerei as sugestões muito valiosas e aplicáveis ao momento reflexivo em que estou vivendo na minha pesquisa. Achei muito interessante você falar da importância de se começar a pôr a pesquisa em movimento e não ficar só na garimpagem bibliográfica, senão poderá parecer que não há mais nada a dizer de novo em relação ao assunto - parece que tudo já foi feito. A partir do andar da pesquisa, vão surgindo os elementos que devem ser sistematizados. Destaco também que é fundamental, sim, ouvir os que os outros têm a dizer sobre o tema, mas temos que perceber que a opinião dos outros é apenas um recorte da realidade e não a realidade como tal. A permanente mutação do objeto de pesquisa em comunicação também é um aspecto que dá ao pesquisador a sensação de coisa incerta, não científica. Talvez esse seja o motivo de os profissionais da comunicação serem meio aversos a aspectos metodológicos. Não aprendemos metodologia na graduação e muito menos na vida profissional.
Um abraço.

Rachel disse...

Caro Professor de Francisco e colegas,

Acho que a primeira aula foi muito provocadora, o que é ótimo. Acho que há pontos de contato e de constraste com o que vimos em Metodologia 1 e esse pode ser um processo riquíssimo (no sentido português da palavra!). Me chamaram a atenção algumas colocações:
i) a importância de exercitarmos identificar num artigo a metodologia que foi usada para produzi-lo;
ii) que nos países anglo-saxões as pesquisas em Comunicação são feitas em equipe. Por que não aqui também?;
iii) que as ciência sociais são auto-referenciadas? Não seriam todas as ciências auto-referenciadas?;
iv) que temos o desafio de pensar metodologicamente - esse desafio me provoca desde a leitura de Bachelard, no semestre passado.
E finalmente, mas não menos importante, gostei muito do exercício de classificação que iniciamos ao final da aula.
Juliano, compartilho ainda de seus comentários. Abraços.

lauroaires disse...

Professor De Francisco e colegas, acho que a disciplina vai se encaixar com adequação ao conteúdo visto em metodologia 1, não só no que diz respeito a métodos e técnicas, mas por sugerir uma forma diferente de pensar. Fiquei intrigado com a possibilidade de "visualizar" uma sequência de conceitos e com a idéia podermos avaliar nossos textos de uma maneira lógico-formal. Acredito que muitas lacunas textuais podem ser evitadas por uma análise sistematizada dos argumentos, das provas, dos exemplos e das evidências.

Lauro Aires

José Geraldo disse...

A separação entre a pesquisa acadêmica e a pesquisa administrativa no Brasil, como foi notado pelo Professor, implica em uma separação/falta de difusão/discussão do conhecimento - o que seria, per si, incompatível com o saber em uma sociedade proposta como democrática. Tanto isso como a apresentação de ferramentas de análise e sistematização e do grupo como local ideal para o desenvolvimento da ciência, são propostas muito pouco pensadas pelas ciências humanas brasileiras, talvez ainda ligadas a um ideal romântico do gênio criativo individual.

José Geraldo

Cláudio disse...

Algumas coisas me chamaram a atençào nesta primeira aula. A retomada da discussão sobre a visão que as outras ciências têm das ciências humanas é sempre pertinente. Gostei da abordagem sobre os métodos qualitativo e quantitativo. Também não odeio os números e acho que eles podem ser muito úteis para quem pesquisa televisão, como eu. Só gostaria de saber usar os métodos estatísticos.
O uso de ferramentas da Informática para fazermos pesquisas em imagem e som vai ser um desafio para mim - sou de uma geração "do meio do caminho" entre a máquina de escrever e o computador, que ainda uso de maneira muito limitada.
Outra discussão aberta em sala de aula foi sobre o nível de leitura que devemos ter sobre o nosso objeto de pesquisa. É um dilema de quem está começando a carreira acadêmica. Fazer a chamada "pesquisa da pesquisa" pode nos ajudar muito, acho, mas temos que ter esta visão, compartilhada pelo prof. Alberto, de que o nosso material tem que estar em lugar de destaque, para mostrarmos o que pesquisamos, qual foi a nossa participação na pesquisa - e não sermos mero reprodutores de bibliografia já existente sobre o assunto. Ao mesmo tempo, temos que conhecer o nosso objeto a fundo e isso se faz, basicamente, por meio de leituras. Está colocado o dilema...

Ana Lúcia disse...

Prof. e colegas,
Ao sair da primeira aula percebi esta matéria como um instrumento essencial para a produção do meu projeto de pesquisa, pois sei muito pouco sobre métodos de pesquisa científica. Gostei de sua objetividade ao apresentar a disciplina e comentar suas abordagens (prestar mais atenção aos métodos do que aos resultados neste momento, lançar-se na pesquisa antes de ler "tudo" sobre o tema a ser pesquisado etc.). E achei muito estimulante saber que conhecer a prática do objeto de pesquisa já é 50% do caminho! Entendo que a dinâmica que fizemos em aula já é o início do aprendizado em metodologia. Estou curiosa com o trabalho em grupo. Abraço,

cynthia rosa disse...

Prezados professor e colegas,


A metodologia científica tem sido a minha maior curtição em termos de um novo aprender, embora eu me sinta muito imatura nesse caminho, o caminho do conhecimento científico. Como muitos de minha geração de graduados em Comunicação, eu não aprendi efetivamente o que era o conhecimento científico quando passei pela Graduação. Havia intenso debate acerca de idéias, pensadores, escolas, seus postulados e nível de influência. Conseguíamos até perceber quão próximos ou distantes, como brasileiros e sul-americanos, estávamos de tais debates. Mas saber fazer conhecimento científico, isto, em geral, não aprendemos.
A volta para a Universidade na condição de professora me trouxe a necessidade de conhecer e adentrar o mundo acadêmico. Eu sabia que seria preciso me lançar à aventura dos estudos em nível de pós-graduação. Mas logo descobri minha principal deficiência: eu não conhecia, portanto não detinha, o método científico. Comecei, então, a ler a respeito com muita atenção e muita, muita curiosidade. Eu queria saber.
E como foi difícil entender alguma coisa desse método... Tanto mais eu lia os autores, precisamente no sentido de entender-lhes mais o processo e menos os resultados, tanto menos eu compreendia. Percebi que para fazer parte do conhecimento científico e absorver-lhe e retribuir-lhe o máximo saber, seria preciso tornar-me uma iniciada. Aí, resolvi me exercitar no lato sensu. Mas, como eu disse na aula, sem saber ao certo se o caminho que eu percorria era mesmo o do método científico, esse que é um e único. E hoje, a rigor, eu ainda tenho mais dúvidas que certezas.
Alguns pontos em sua aula, professor, me tocaram sensivelmente. O que mais soou novo para mim – e uma dica vibrante – foi a idéia de que devemos começar a pesquisa antes mesmo de já ter lido tudo, antes mesmo de engendrar o projeto. Também chamou-me atenção a prática anglo-saxônica da pesquisa em equipe. Gostaria de entender melhor essa proposição; acredito que poderá ser-me útil no trabalho que, disperso e tênue, tenho na cabeça.
Outra revelação: tentar desvendar em textos de pesquisa o método aplicado. Em minha monografia de lato sensu, o último elemento que apresento antes das considerações finais é o método. Minha orientadora queria que eu seguisse o padrão de colocar antes da análise e discussão. Mas eu dizia a ela que seria interessante que o leitor pudesse se entregar à leitura sem saber-lhe previamente o método, de forma que este pudesse mesmo ser presumido, percebido na leitura. Fiz isso, admito, por mera intuição. Achei, professor, que entre sua dica e essa vivência existe algo em comum; agora, o que me chamou atenção foi que eu mesma nunca li um texto de pesquisa assim. Curioso, não? Então, nos diga, como fazer isso? Como saber, nas entrelinhas, o método do pesquisador naquele trabalho? Acho que desenvolver uma competência de leitores nesse nível nos ajudará bastante a saber pensar com o método, o método científico.

Cynthia Rosa

Alberto de Francisco Rodríguez disse...

rachel:
iii) que as ciência sociais são auto-referenciadas? Não seriam todas as ciências auto-referenciadas?;

Foi um comentario relativo a que as ciências sociais gostam de falar mais das opiniões dos pesquisadores que de o seu propio objeto do estudo.

Andrea disse...

Achei a aula muito interessante, mas ainda estou um pouco perdida, pois não cursei Metodologia 1. Estou lendo os textos que o professor passou para os alunos especiais e acredito que, dessa forma, conseguirei me situar melhor na disciplina.
Abraços, Andréa Villar.

Pollyana disse...

Caros colegas e Prof.Alberto, achei bastante valiosos os comentários levantados na última aula com relação as leituras (ou o excesso de leituras) durante o processo de pesquisa.Como pesquisadora inexperiente sempre acreditei que quanto mais se lesse sobre o assunto melhor seria o resultado,porém a lógica não funciona assim. Foram bem interessantes os comentários em relação às dificuldades subjetivas das Ciências Sociais, especialmente no Brasil. Confesso estar um pouco apreensiva e ansiosa para lidar com números dentro da Comunicação.

Katrine disse...

Caros (as),
O que mais me chamou a atenção na última aula foi a possibilidade de aprender sobre novas ferramentas que podem ser úteis à pesquisa em Comunicação. Fiquei interessada também em conhecer melhor a estatística. Confesso que não gosto dos números, mas dentro de meu processo de pesquisa, já percebei que não sou eu exatamente quem vai escolher as minhas ferramentas e sim meu próprio objeto. Então, se for o caso de precisar dos números, que eu não deixe de fazê-lo por não saber, o que seria uma grande desonestidade com minha pesquisa. E, assim como Lauro, fiquei curiosa com a construção lógica dos conceitos dentro do texto científico. Mais uma coisa: também me despertou interesse a discussão sobre a separação da pesquisa acadêmica e as de audiência. Como estou estudando a recepção, este é um aspecto importante para minha pesquisa.
Até a próxima aula,
Katrine

Fernanda disse...

Professor, os textos selecionados para os alunos especiais estão sendo muito esclarecedores.
Obrigada!
Estou ansiosa para ver como vamos trabalhar com os programas, nunca tive contato com esse tipo de tratamento de dados. Nem tampouco uma aplicação prática de um método pré-definido.
abrs
Fernanda

Anônimo disse...

Caros Colegas, caro prof. Alberto,
Acredito que teremos grandes ganhos com este curso, sobretudo pelo uso de ferramentas de análises as quais acredito poucos de nós temos tais competências ou familiaridade. Sinto esta uma necessidade em diversos cursos das universidades públicas brasileiras, sobretudo para as Ciências Sociais. Não só isso, acredito de fato que um novo olhar (não novo, mas para muitos que vieram de cursos voltados para o mercado ou de mestrados com pouca ênfase em metodologia) sobre a pesquisa científica, como o fato de olharmos mais para o nosso objeto, empiricamente, nos dará uma prática mais aguçada que levará a uma progressão do trabalho.
Abraços
Verônica Dantas

Joyce disse...

Caro professor Alberto,

Em primeiro lugar gostaria de me desculpar por levar mais de uma semana para postar meu comentário. Tentarei ser mais pontual daqui pra frente.
Estou achando o curso muito proveitoso. Tenho certeza de que seus ensinamentos irão me ajudar na elaboração de meu pré-projeto. Como vários colegas relataram, também não tenho muita familiaridade com métodos de pesquisa. Gostei muito dos textos que o senhor passou para os alunos especiais. Ainda não terminei de lê-los, mas já deu para aflorar em mim a curiosidade necessária para o desenvolvimento do conhecimento científico. Sobre sua primeira aula, assim como vários colegas, também gostei de seu comentário a respeito da necessidade de se identificar o objeto a ser pesquisado e se lançar em campo para efetivar a pesquisa e não se contentar apenas em ler o que já foi escrito a respeito do tema. Sem dúvida, nosso papel como estudantes e pesquisadores deve ser o de procurar o novo. Citando Bachelard quando disse "Aceder à ciência é rejuvenescer espiritualmente, é aceitar uma brusca mutação que contradiz o passado", espero terminar o semestre com o espírito rejuvenecido pelo saber.
Abraços,

Ana Lúcia disse...

Professor e colegas,

Agradeço a indicação dos textos sobre metodologia para os alunos especiais. Vou mesmo precisar de ferramentas a mais, acho que todos nós, os especiais, já que não cursamos a MC1. Ainda não li todos mas gostei particularmente dos textos do Umberto Eco, cujo livro e tenho e não consegui ficar somente na parte indicada, já estou lá na frente. Quanto mais informações eu recebo dos textos, mais idéias eu tenho para aplicar no meu pré-projeto (o que não é sempre bom, isso de ter muitas idéias... acho que eu estou mesmo é buscando uma grande idéia...)
Somente na última aula, com suas explicações quanto às diferentes maneiras de classificação de dados, professor, é eu tive a compreensão do exercício da 1a. aula. Estou curiosa com o andamento desse trabalho e com a abordagem em grupo que sera usada.

Bárbara de Velasco disse...

Os textos indicados pelo Professor são de extrema valia para uma noção geral sobre o processo de pesquisa.

Denise disse...

Professor e colegas,

Pelos comentários, posso verificar que o professor Alberto veio trazer uma perspectiva metodológica intrigante para a área da Comunicação.

A afirmação: 'O método científico é um, os métodos e técnicas de pesquisa científica são muitos.'pode esclarecer, mas confundir ao mesmo tempo, se é que isso é possível!

Entendo O método científico como único e os 'métodos' e técnicas como muitos, mas isso pode ser confuso, realmente...O que se chama de métodos, nesse caso, creio, são as diferentes abordagens. É isso?

O pesquisador pode escolher uma abordagem quantitativa ou qualitativa, ou ambas, pode ainda escolher ser um estudo descritivo, analítico, fenomenológico, interacionista, estruturalista, funcionalista, dialética e as técnicas serão derivadas dessas escolhas, podendo ser observação, participante ou não, entrevistas, estruturadas ou não e questionários, além de coleta de dados por histórias de vida, narrativas, imagens, etc. Entendo assim.

É isso? Vamos compartilhar nossas dúvidas?! Um abraço a todos.